Sábado, Dezembro 20, 2025

PAPA FRANCISCO: OS ARTISTAS SÃO ALIADOS DE DEUS! NÃO ESQUEÇAM DOS POBRES.

Sob os afrescos de Michelângelo, na Capela Sistina, o Papa recebeu artistas do mundo inteiro para marcar os 50 anos da inauguração da Coleção de Arte Moderna dos Museus Vaticanos.

Por: apostolado
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PAULO FLORES ENTRE OS ARTISTAS CONVIDADOS DO PAPA FRANCISCO PARA CELEBRAR A FESTA DO MUSEU DO VATICANO.

O Papa vai receber esta sexta-feira um grupo de cerca de 200 artistas contemporâneos. O angolano Paulo Flores faz parte dos nomes presentes ao encontro que assinala o 50.º aniversário da inauguração da colecção de arte moderna e contemporânea dos Museus do Vaticano.

Por: apostolado
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LISBOA RECEBE MAIS DE CEM AUTORES DOS ESTADOS UNIDOS.

Mais de uma centena de escritores norte-americanos participam este ano no programa literário Disquiet, que arranca domingo, em Lisboa, a que se juntarão vários autores de língua portuguesa, em sessões de debate e 'workshops'.

Por: apostolado
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LUANDA ACOLHE MISSÃO COMERCIAL MULTISSECTORIAL

A capital do país vai acolher, numa das unidades hoteleiras, nos dias 22 e 23 do mês corrente, a Missão Comercial Multissectorial.

Por: apostolado
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DEZ MIL ESPECTADORES VIBRARAM NA ABERTURA DO MAIOR FESTIVAL DE MÚSICA E CULTURA EM ANGOLA

O UNITEL - Festa da Música BFA 30 Anos arrancou no Huambo, com um show memorável, e segue para Cabinda.

Por: apostolado
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EM REPRESENTAÇÃO DA LIGA NACIONAL AFRICANA, DOM FILOMENO RENDE HOMENAGEM AO CÓNEGO MANUEL DAS NEVES.

Foi em clima de oração e reflexão, que o Arcebispo da Arquidiocese de Luanda, Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, ladeado de membros da Liga Africana, efectuou a deposição de uma coroa de flores ao túmulo do Cónego Manuel das Neves, no cemitério Alto das Cruzes.

Por: apostolado
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O LEGADO DO JORNALISTA SIONA CASIMIRO SERÁ TRANSFORMADO EM “ASSOCIAÇÃO E BIBLIOTECA”

A filha do consagrado Jornalista Siona Sardinha, fez saber que SC deixou vários livros escritos, e que dentro deste ano ainda será publicado mais duas crónicas.

Por: apostolado
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Uma relação natural e especial: assim o Papa definiu o elo que liga a Igreja aos artistas. E o cenário para o discurso de Francisco não poderia ser mais sugestivo: a Capela Sistina.

O encontro foi organizado por ocasião dos 50 anos da Coleção de Arte Moderna dos Museus Vaticanos, desejada pelo Papa Paulo VI.

Foi justamente o Papa Montini o idealizador do primeiro encontro com pintores, escultores, arquitetos, escritores, poetas, músicos, diretores e atores para renovar a amizade entre a Igreja e a arte.

“O artista recorda a todos que a dimensão na qual nos movemos é a do Espírito. A arte é como uma vela que se enche do Espírito e nos faz ir avante.”

O Pontífice se inspirou numa frase do teólogo italiano Romano Guardini, que dizia que, ao criar, o artista se assemelha a uma criança e a um vidente. Faz uso da espontaneidade da criança para se mover no espaço da invenção, da novidade, da criação. Como dizia a filósofa Hannah Arendt, é próprio do ser humano viver para trazer ao mundo a novidade.

“A criatividade do artista parece assim participar da paixão geradora de Deus. Vocês são aliados do sonho de Deus! São os olhos que olham e que sonham. Não basta só olhar, é preciso sonhar.”

E ao sonhar novas visões de mundo, o artista se assemelha também aos videntes. “Vocês são um pouco como os profetas. Sabem olhar as coisas seja em profundidade, seja em amplitude.”

O Papa advertiu para uma suposta beleza artificial e superficial cúmplice de mecanismos econômicos que geram desigualdades. Uma beleza cosmética que esconde ao invés de revelar. Mas o papel do artista é justamente o contrário, é agir como consciência crítica da sociedade, eliminando o véu da obviedade, revelando a realidade até mesmo em suas contradições.

Como os profetas bíblicos, utilizando recursos como a ironia e o sentido de humor, o artista nos coloca diante de fatos que incomodam, criticando os falsos mitos do presente, os novos ídolos, os discursos banais e as astúcias do poder.

Por fim, uma exortação: “Não se esqueçam dos pobres, que são os preferidos de Cristo. Também os pobres necessitam de arte e de beleza. Alguns experimentam formas duras de privação da vida e, por isso, necessitam ainda mais de arte. Normalmente não têm voz e vocês podem ser intérpretes de seu grito silencioso”.

Francisco agradeceu os artistas presentes, fazendo votos de que suas obras sejam dignas das mulheres e dos homens desta terra e deem glória a Deus, que é o Pai de todos e que todos buscam, inclusive por meio da arte.

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“A audiência, que acontecerá na Capela Sistina, faz parte de uma série de encontros papais dedicados aos artistas, cujo primeiro ato data de 1964, quando Paulo VI pediu para renovar a amizade entre a Igreja e os próprios artistas”, indica uma nota enviada à Agência ECCLESIA pelo Dicastério para a Cultura e a Educação (Santa Sé), dirigido pelo cardeal português D. José Tolentino Mendonça.

“A vontade do Santo Padre é celebrar a obra e a vida dos artistas, destacando a sua contribuição para a construção de um senso de humanidade compartilhada e promoção de valores comuns”, explica a nota do Dicastério para a Cultura e a Educação.

O organismo da Santa Sé refere que esta iniciativa reforça a sua intenção de se assumir como “promotor das relações entre a Santa Sé e o mundo da Cultura, favorecendo o diálogo como ferramenta indispensável para um verdadeiro encontro, interacção recíproca e enriquecimento”.

O Vaticano espera que as artes, a literatura e a cultura, em todas as suas formas, se “sintam reconhecidos pela Igreja como pessoas ao serviço de uma busca sincera do verdadeiro, do bom e do belo”.

Além de Paulo Flores, estarão pela lusofonia o brasileiro Caetano Veloso, os artistas portugueses Pedro Abrunhosa, a arquitecta Marta Braga Rodrigues, os artistas plásticos Joana Vasconcelos e Vhils, o escultor Rui Chafes e os escritores José Luís Peixoto e Gonçalo M. Tavares.

Em entrevista à RFI, o cantor angolano revelou que é uma honra fazer parte do encontro em que estarão artistas de todo mundo, e que vai pedir ao pontífice que reze pelos angolanos.

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De acordo com o Centro Nacional de Cultura (CNC) de Portugal, promotor da iniciativa, em parceria com a editora independente norte-americana Dzanc Books, a 11ª edição do Disquiet – Programa Literário Internacional vai decorrer até ao dia 7 de Julho, em vários espaços da cidade de Lisboa.

Este ano, o evento, que acontece desde 2011, contará com a participação dos escritores Rui Cardoso Martins, Gisela Casimiro, Ana Paula Tavares, José Gardeazabal, Susana Moreira Marques, Margarida Vale de Gato, Jacinto Lucas Pires, Afonso Cruz, João Tordo, Teolinda Gersão, Alice Neto de Sousa e José Luís Peixoto, além do fotojornalista António Pedrosa.

Os autores lusófonos vão partilhar as suas sessões com escritores norte-americanos, entre os quais Nana Kwame Adjei-Brenyah, Abigail Chabitnoy, Young Smith, Lili Loofbourow, Erica Dawson, Mikael Awake, Chang Era Lee, Megan Fernandes, Deanne Fitzmaurice, Chris Arnold, Jessica Anthony, Timothy Liu e Juan Martinez.

O programa conta ainda com a participação de editores de revistas literárias americanas como a Granta, The Common ou The Rumpus.

O Disquiet tem prevista para a edição deste ano uma sessão especial dedicada a Fernando Pessoa, que será orientada por Richard Zenith, escritor, tradutor e crítico literário americano-português, autor da obra “Pessoa. Uma biografia”, editada no ano passado pela Quetzal.

Segundo o CNC, este programa literário fundamenta-se na crença de que “a imersão numa cultura estrangeira, num ambiente diferente do habitual, e a consequente quebra de rotinas, tendem a estimular a criatividade, abrindo novas perspectivas e novos ângulos de interpretação do mundo”.

Daqui resulta um “enriquecimento para todos aqueles que nele participam”, acrescenta o mesmo organismo, que conta, desde a primeira edição, com o apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e do Ministério da Cultura.

As sessões do Disquiet – Programa Literário Internacional, algumas das quais serão abertas ao público em geral, vão decorrer no espaço do CNC e na FLAD, mas ocuparão também o Teatro São Luiz, a Academia das Ciências, a Fundação José Saramago, o Teatro Nacional de São Carlos, a Livraria Ferin, o Claustro do Museu de São Roque e o Grémio Literário.

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O evento de iniciativa do Ministério das Relações Exteriores, Comércio Internacional e Culto e da Embaixada da Argentina em Angola vai reunir mais de 20 empresas argentinas dos sectores da Saúde, Agronegócios, Maquinaria Industrial, Energias Renováveis, Alimentos, Oil e Gás e Telecomunicações.

De acordo com uma nota a que o JA Online, no evento vão estar igualmente, empresas nacionais para iniciar negociações afim de melhorar o comércio entre os dois países e estabelecer parcerias.

O comércio entre Angola e a Argentina cresceu nos últimos dois anos, atingindo um volume de 200 milhões de dólares em 2022, como avança a mesma fonte.

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O primeiro espectáculo do UNITEL – Festa da Música BFA 30 Anos foi um “verdadeiro sucesso”, ao contar com a presença de dez mil espectadores. Na inauguração do maior festival de música e cultura em Angola, o público vibrou com as actuações de mais de 20 artistas nacionais, que alegraram e aqueceram a noite e madrugada fria dos espectadores presentes no Huambo, no passado sábado, 17 de Junho. A próxima paragem do festival será mais a norte do País, em Cabinda, já no próximo sábado, 24 de Junho, no Estádio do Tafe, pelas 15h, estando prometida muita música e animação.

O primeiro show teve lugar no Shopping Xyami, do Huambo, e contou com a presença de espectadores oriundos das províncias do Bié, Cuando Cubago e Huambo. O espectáculo teve início às 15h, com os DJs a darem o ar da sua graça, aquecendo todos os presentes até à actuação musical dos artistas angolanos, que fizeram o público vibrar ao som da onda da 8.ª edição do UNITEL – Festa da Música BFA 30 anos.

Yola Semedo, Ary, Justino Handanga, Edna Mateia, Dji Tafinha, Prodigio, Jorge Sanjay, Bessa Teixeira, Cef Tanzy, Francis Gildo, Tio Hossi, Eclas Farai, Rui Orlando,  Igor Costa, Phedilson, Sandro Daniel, Os Pikantes, Victor Shine, Tony Mestre, Edjany Dias, DJ At Killer, Dj Michel Blin, Rei Fagulha e DJ O´mix, foram os responsáveis pela noite memorável que marcou o arranque do festival mais esperado do ano.

“Foi um show memorável, um público bastante interactivo que fez uma combinação perfeita com os artistas incríveis que faziam parte do cartaz. Acredito que foi uma maneira especial de iniciar a 8.ª edição, queremos levar esta alegria para os próximos shows e fazer com que seja uma edição inesquecível, para o público e os artistas”, afirma Big Nelo, director-geral da Karga Eventos, empresa produtora e realizadora do evento.

No próximo sábado, 24 de Junho, o festival acontece em Cabinda, onde, entre muitos artistas, vão actuar C4 Pedro, Yannick Afroman, Anderson Mário, Lasvegas, Eva Rap Diva, Litros de Água, Puto Português,  Lorilson Quimuabi, Biura, Killa Hill, Kelson Most Wanted, Kaputo do Poster, Gil Travasso, Time Waya, Magrelo das Tchunas, Kapi Night, Henrique Sozinho e Marito Kwankwaram.

“Depois do épico show que tivemos no Huambo, vamos para Cabinda com um elenco de tirar o fôlego, que irá fazer vibrar o público ao som da onda do maior festival de música e cultura em Angola”, afirma Big Nelo, director-geral da Karga Eventos, empresa produtora e realizadora do evento.

O último dia da Festa da Música será a 8 de Julho, em Luanda, e contará com a presença do artista internacional Leo Santana – um dos maiores fenómenos da actualidade da música brasileira, e ainda C4 Pedro, Anna Joyce, Heavy C, Puto Português, DJ Lolo, Cleyton M, Mobbers, John Trouble e Soarito, ficando por revelar mais novidades, nos próximos dias.

A 8.ª edição do maior festival de música e cultura em Angola, promovida pela UNITEL, aliada à comemoração dos 30 anos do BFA – Banco Fomento de Angola, com o patrocínio da Cerveja Cuca, Fidelidade, Ford e Bet Premium, propõe cartazes muito abrangentes, palcos interactivos, zonas de restauração e activação de marcas, para deleite do público que promete fazer vibrar.

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Ao tomar a palavra, Dom Filomeno destacou a importância do acto, por ocasião do dia de África, ao túmulo do também nacionalista angolano.

O presidente da Liga Africana, Óscar Manuel Guimarães garante que a organização que dirige vai continuar a lutar para honrar os ideais dos nacionalistas angolanos.

O presidente da Associação Processo 50, Amadeu Amorim, por sua vez, destaca a luta desenvolvida pelos nacionalistas angolanos, agora representados por Cónego Manuel das Neves. Considerado como uma figura relevante da história de Angola, o cónego Manuel das Neves notabilizou-se pela coragem com que inscreveu o seu nome nas lutas de independência de Angola. Escuta a reportagem do jornalista Júlio Muhongo.

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O legado deixado pelo Jornalista e decano dos Jornalistas angolanos, Siona Camisiro, será transformado em Biblioteca e Associação filantrópica denominado “SIONA CASIMIRO” anunciaram os familiares do Jornalista no lançamento do livro de crónicas intitulado “Com Rosário na mão” apresentado na livraria das Irmãs Paulina.

A filha do consagrado Jornalista Siona Sardinha, fez saber que SC deixou vários livros escritos, e que dentro deste ano ainda será publicado mais duas crónicas.

“Temos ainda muitas obras para serem publicadas, porque o pai deixou todas elas escritas e com títulos, por isso para além desta obra que estamos a publicar hoje, vamos ainda este ano lançar mais duas crónicas”

Outra novidade anunciada pelos familiares no lançamento da mais recente obra, foi a criação de uma Associação e uma Biblioteca denominado SIONA CASIMIRO.

“A iniciativa visa incentivar os jovens e adolescente a aperfeiçoar o hábito da leitura no dia adia, porque foi assim que ele nos educou ao longo do nosso crescimento”, disse a filha do Jornalista.

O Padre Afonso Ligorio, Secretario Nacional da CEAST, em representação da Conferencia Episcopal de Angola e São Tome, disse que Siona Casimiro foi um grande Jornalista, assim considera a CEAST.

“Ele foi um bom Jornalista, bom cidadão, bom cristão e filho da nação angolana”

O sacerdote disse por outro lado que o legado do Jornalista Siona Casimiro que faleceu no mês de Fevereiro deve ser bem lembrado e carregado.

“O jornalismo deve ser feito com paixão ética, e acima de tudo com verdade e na verdade”.

Recordar que foi feito ontem o lançamento do livro de crónicas intitulado “Com Rosário na mão” de autoria de Siona Casimiro e do Bispo de Caxito Dom Maurício Camuto, apresentado na livraria das Irmãs Paulina.

Repórter: Adão dos Santos

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