Sexta-feira, Fevereiro 23, 2024

PROIBIÇÃO DE ROUPAS USADAS AMEAÇA MEIOS DE SUBSISTÊNCIA NO UGANDA.

"Esse comércio não deve ser interrompido. Todos se beneficiam, inclusive o governo que arrecada impostos”, afirma um pai de quatro filhos.

Por: apostolado
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A possível proibição da importação de roupas usadas pelas autoridades do Uganda poderá pôr em risco os meios de subsistência de compradores e vendedores.

De acordo com a Africanews, que avança a informação, muitos comerciantes receiam perder o único meio de subsistência, assim como os compradores que não têm possibilidades de comprar roupas novas.

 

“Esse comércio não deve ser interrompido. Todos se beneficiam, inclusive o governo que arrecada impostos”, afirma um pai de quatro filhos.

 

O Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, “declarou guerra” às roupas de segunda mão importadas principalmente dos Estados Unidos e da Europa, declarando a intenção de “promover as roupas africanas”.

 

A importação de roupas em segunda mão é também criticada pelo Governo pelo impacto negativo na indústria têxtil local.

 

De acordo com a Associação de Revendedores de Roupas e Sapatos em Segunda Mão do Uganda, cerca de 16 milhões de pessoas, ou um em cada três ugandeses, compram roupas em segunda mão.

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