
Obras da Colecção ENSA-Arte passam a integrar o acervo artístico do recém-inaugurado Palácio de Convenções de Luanda, contribuindo para a valorização estética dos seus diversos espaços e colocando uma parte significativa da produção artística angolana à disposição do público.
A iniciativa, promovida pela ENSA Seguros de Angola, S.A., Sociedade Aberta, reforça a presença da arte angolana num dos mais emblemáticos espaços públicos do país, destinado a acolher grandes eventos nacionais e internacionais.
A exposição das obras representa, igualmente, uma oportunidade de reconhecimento do talento dos artistas angolanos e da relevância das artes visuais enquanto expressão da identidade, criatividade e diversidade cultural de Angola.
A integração da Colecção ENSA-Arte no Palácio de Convenções de Luanda ganha particular significado em 2026, ano em que o Prémio ENSA-Arte assinala 35 anos de existência. Criado em 1991, o prémio tem desempenhado um papel relevante na promoção das artes visuais em Angola, contribuindo para a descoberta de novos talentos, a projecção de artistas consagrados e a consolidação de um dos mais importantes acervos artísticos do país.
Ao longo de três décadas e meia, a ENSA tem reafirmado o seu compromisso com o desenvolvimento cultural de Angola, promovendo a arte como instrumento de reflexão, inclusão, inovação e valorização da identidade nacional.
Para a seguradora, a presença das obras da Colecção ENSA-Arte no Palácio de Convenções de Luanda constitui um tributo aos artistas angolanos e traduz o compromisso de preservar e promover o património artístico nacional. A iniciativa simboliza ainda o papel da cultura na construção de um país mais criativo, plural e voltado para o futuro.
Sobre a ENSA: Fundada a 18 de Fevereiro de 1978, a ENSA iniciou a sua actividade sob a denominação de “Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola”, como Unidade Económica Estatal (U.E.E.), tendo posteriormente sido transformada em sociedade anónima.
Ao longo da sua história, a seguradora liderou o mercado de seguros no período pós-independência e tem acompanhado o desenvolvimento económico e social de Angola, modernizando e diversificando os seus serviços e expandindo a sua rede de distribuição.