Quinta-feira, Dezembro 18, 2025

EXECUTIVO PRETENDE INCLUIR 65 POR CENTO DA POPULAÇÃO NO SISTEMA FINANCEIRO

A Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF) 2025–2027 facilita a poupança, o acesso ao crédito, aos seguros e aos sistemas de pagamento, permitindo que pessoas e empresas possam gerir riscos, investir e gerar renda de forma sustentável.

Por: apostolado
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O Executivo pretende alcançar uma taxa de inclusão financeira de 65 por cento da população até 2027, objectivo integrado na Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF) 2025–2027.

 

A meta foi apresentada pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, durante a cerimónia oficial de apresentação pública da ENIF, realizada nesta sexta-feira, em Luanda.

 

A Estratégia Nacional de Inclusão Financeira (ENIF) 2025–2027 facilita a poupança, o acesso ao crédito, aos seguros e aos sistemas de pagamento, permitindo que pessoas e empresas possam gerir riscos, investir e gerar renda de forma sustentável.

 

Durante a sua intervenção, José de Lima Massano deu a conhecer que cerca de 51 por cento dos cidadãos continuam fora do sistema financeiro formal, e apenas um em cada quatro possui um bom nível de literacia financeira.

 

De acordo com o governante, o acesso aos serviços financeiros permanece concentrado em Luanda, no litoral e na região centro, revelando desigualdades que o Executivo pretende superar.

 

José de Lima Massano reconheceu que estes desafios resultam de condicionalismos estruturais que exigem soluções conjuntas e coerentes.

 

Por isso, sustentou, a implementação da ENIF prevê a promoção da literacia financeira, expansão do microcrédito, apoio aos pequenos e médios empresários, dinamização da banca digital e móvel, e reforço de parcerias com o sector privado, sociedade civil e organizações internacionais.

 

O ministro de Estado destacou que a inclusão financeira é prioridade do Plano de Desenvolvimento Nacional e pilar da Agenda de Diversificação Económica, no contexto de consolidação macroeconómica e modernização das infra-estruturas financeiras.

 

A estratégia visa integrar todos os segmentos da população no circuito formal da economia, garantindo acesso a produtos e serviços financeiros seguros, funcionais e a custos comportáveis, independentemente da condição social, género, idade ou localização.

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