Sábado, Dezembro 20, 2025

ANTES DE JULGARES, LEMBRA-TE: A YOLA SEMEDO TAMBÉM SENTE

É importante lembrarmos que, por trás da figura pública, existe uma mulher real.

Por: apostolado
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ORQUESTRA SINFÓNICA CAMUNGA: A MÚSICA QUE TRANSFORMOU A SAMBA E ECOA ALÉM-FRONTEIRAS

Com aulas de violino, violoncelo, flauta, trompete e percussão, as tardes da Samba ganharam nova melodia.

Por: apostolado
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MÚSICO GOSPEL RAÚL SIMÃO LANÇA A NOVA MÚSICA INTITULADA “EU QUERO SER”: UMA VERDADEIRA ADORAÇÃO A DEUS

Viva a musica religiosa angolana

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MÚSICO E COMPOSITOR ANGOLANO ELÍSIO MAGALHÃES “MAN PLIX” CONTÍNUA FIRME NA VERSATILIDADE MUSICAL

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PRESIDENTE JOÃO LOURENÇO INAUGURA CINE ESTÚDIO DA PROVÍNCIA DO NAMIBE

O Chefe de Estado, que regressou ontem a Luanda, disse que o espaço cultural vai ser uma mais-valia para as populações da província do Namibe.

Por: apostolado
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CULTURA COMO MOTOR DE DESENVOLVIMENTO NA PROVÍNCIA DO ICOLO E BENGO

A promoção de eventos culturais, o apoio a criadores locais e a valorização da memória coletiva são vistos como passos fundamentais para aproximar gerações .

Por: apostolado
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JÁ SÃO CONHECIDOS OS 50 FINALISTAS PARA DISPUTAR OS TRÊS LUGARES DO PRÉMIO 50 POEMAS PARA DR AGOSTINHO NETO

A cerimónia de entrega dos prémios está prevista para os próximos meses

Por: apostolado
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Nos últimos dias, muito se tem falado sobre a recente aparição pública da cantora Yola Semedo, na qual se notou uma acentuada perda de peso. O que poderia ter sido apenas mais um momento artístico transformou-se rapidamente num fenómeno de especulação, críticas duras e comentários cruéis. De repente, surgiram insultos gratuitos, teorias sem fundamento e um ambiente de julgamento que nada acrescenta — nem à artista, nem a nós como sociedade.

 

É importante lembrarmos que, por trás da figura pública, existe uma mulher real.

 

Uma mulher com vida, emoções, medos, limitações e, possivelmente, batalhas invisíveis. Nunca sabemos o que alguém está a atravessar. Talvez Yola Semedo esteja a viver problemas familiares, desafios emocionais, ou mesmo a enfrentar uma enfermidade. E, se assim for, a última coisa que precisa é de um coro de vozes negativas a amplificar a sua dor.

 

O que estamos a fazer, ao comentar com leviandade sobre a aparência de alguém, é minar o seu bem-estar emocional e destruir a sua autoestima. E trata-se de uma artista que durante décadas nos ofereceu música, arte e momentos inesquecíveis alguém que merecia, no mínimo, respeito e compreensão.

 

Vivemos tempos em que a empatia parece ser cada vez mais rara.

 

Esquecemo-nos de que as palavras têm impacto, e que a exposição pública não anula a vulnerabilidade humana. Hoje é Yola Semedo; amanhã pode ser qualquer outra pessoa alguém próximo, um amigo, um familiar, ou até nós próprios.

 

Em vez de nos juntarmos à onda de boatos e julgamentos, deveríamos olhar para esta situação como um apelo à humanidade. Precisamos de aprender a ser mais cuidadosos com o que dizemos, mais generosos no modo como reagimos e mais atentos às dores que não vemos.

Paulo Matias | jornalista da RNA

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A Orquestra Sinfónica Camunga é uma fonte de superação para crianças, adolescentes e jovens da periferia da Samba e arredores de Luanda, provando que a arte pode ser o mais poderoso instrumento de inclusão social e orgulho nacional.

 

Nascida no coração da Samba, entre ruas sem pedonal, a poeira das estradas e o perfume salgado do mar, a Orquestra Sinfónica Camunga começou como um sonho simples: ocupar a comunidade com sons de esperança. O projeto nasceu com o propósito de afastar jovens das encruzilhadas da ociosidade e aproximá-los de um futuro melhor através da música.

 

Com aulas de violino, violoncelo, flauta, trompete e percussão, as tardes da Samba ganharam nova melodia. Onde antes se ouvia o eco do silêncio e do abandono, hoje ressoam harmonias que falam de disciplina, talento e fé. Muitos dos seus integrantes são filhos de pescadores, zungueiras e mototaxistas — jovens que encontraram nas partituras uma nova forma de sonhar.

Hoje, a Orquestra Sinfónica Camunga representa Angola na Espanha com orgulho e firmeza. O que começou como um ensaio improvisado debaixo de um toldo transformou-se numa das maiores referências de superação cultural do país. A presença internacional é mais do que uma vitória artística — é a prova viva de que a periferia também produz excelência, quando há visão e liderança.

 

No centro dessa trajetória está o Maestro Camunga, um homem que sempre acreditou que o talento da Samba não devia ficar preso às esquinas. A sua determinação em formar jovens músicos, mesmo sem instrumentos suficientes ou salas adequadas, moldou uma geração de artistas que hoje se apresentam com brilho e confiança diante do mundo.

Malamba Camunga não é apenas um maestro: é um arquiteto de sonhos, um construtor de futuro. A sua batuta guia não só as notas musicais, mas também os destinos de quem acreditou que a arte podia ser redenção.

 

A Orquestra Sinfónica Camunga é mais do que um grupo musical — é um símbolo. Mostra que a cultura, quando é tratada com amor e persistência, pode romper fronteiras, erguer comunidades e colocar Angola em palcos que antes pareciam distantes.

 

Enquanto os acordes ecoam pela Espanha, ecoa também o orgulho da Samba — uma comunidade que aprendeu que, mesmo com estradas sem pedonal, é possível marchar rumo à grandeza, conduzida pela força invisível da música e pela fé de um maestro que nunca desistiu de sonhar.

Jornalista Siona Júnior

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Num tempo em que a música gospel muitas vezes se aproxima de padrões comerciais, o cantor e compositor Raúl Simão surge com uma proposta diferente e espiritualmente profunda em sua nova canção intitulada “Eu Quero Ser”. O título, simples e direto, já revela o coração do louvor: o desejo sincero de ser uma verdadeira adoração a Deus — não apenas em palavras, mas em vida.

 

A música, marcada por uma melodia suave e envolvente, carrega uma mensagem de rendição total. É um clamor honesto, que transcende o palco e se transforma numa oração pessoal. Raúl Simão não canta apenas com a voz, mas com a alma. E essa entrega é sentida em cada verso da canção. A produção, embora simples, evita os exageros que por vezes afastam a essência da adoração. Aqui, o foco é a mensagem — e ela chega clara.

 

Mais do que uma canção para ser cantada em cultos ou reuniões, “Eu Quero Ser” é um convite à reflexão individual. Em tempos de fé superficial e religiosidade de aparências, Raúl nos recorda que adorar vai muito além de estar num altar ou ter um microfone na mão. Adorar é viver de forma íntegra, é refletir Deus em atitudes diárias, é ser luz em meio à escuridão.

Num cenário gospel cada vez mais pressionado por números, visualizações e tendências digitais, Raúl Simão escolhe seguir por um caminho mais estreito, porém mais autêntico. E essa escolha merece respeito. Sua nova música não busca apenas agradar ou emocionar — ela quer transformar.

 

“Eu Quero Ser” é, portanto, mais do que uma boa canção gospel. É um manifesto espiritual. Uma oração em forma de música que nos desafia a ir além do rótulo de cristão e nos convida a viver como verdadeiros adoradores.

 

Raúl Simão prova, mais uma vez, que quando a música nasce no altar, ela tem o poder de tocar corações, restaurar vidas e lembrar-nos do que realmente importa: ser, em essência, uma verdadeira adoração a Deus.

Jornalista Siona Júnior

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A cena musical angolana tem testemunhado o surgimento de muitos talentos ao longo dos anos, mas poucos conseguem manter a coerência artística e, ao mesmo tempo, reinventar-se como Elisio Magalhães, o “Man Plix”. Com uma trajetória marcada pela experimentação sonora e pela fusão de estilos, Man Plix continua a surpreender, firmando-se como uma das vozes mais versáteis da música contemporânea em Angola.

 

Desde os primeiros passos na música, percebeu-se que o artista não se deixaria rotular. Do semba ao afrobeat, do kuduro ao soul, passando pelo rap de intervenção, Man Plix construiu uma identidade que foge aos padrões previsíveis da indústria. Essa abertura ao novo, aliada a um lirismo consciente e socialmente engajado, é o que lhe garante não apenas uma base de fãs fiel, mas também o respeito dos seus pares e críticos musicais.

Há quem diga que a versatilidade pode ser um risco — pode confundir o público ou diluir a essência de um artista. Mas no caso de Man Plix, o que se vê é o oposto: é exatamente essa flexibilidade criativa que o mantém relevante. Ele dialoga com diferentes públicos sem perder a autenticidade. Cada novo projeto soa fresco, mas ainda carrega a marca autoral que o distingue.

 

Num mercado onde muitos se rendem às fórmulas fáceis em busca de hits rápidos, Man Plix caminha com a ousadia de quem prefere deixar uma marca duradoura. Seus trabalhos não são apenas entretenimento, mas também reflexões sobre identidade, cultura e sociedade. Isso é música com propósito — e poucos hoje conseguem equilibrar estética e conteúdo como ele.

O futuro da música angolana passa por nomes como o de Man Plix. Ele não apenas representa a nova geração de artistas que pensam globalmente sem abandonar as raízes, como também serve de exemplo de que é possível ser comercial sem ser superficial, e versátil sem ser incoerente.

 

A aposta em Man Plix não é apenas um aplauso ao seu talento, mas também uma celebração à coragem de ser múltiplo num mundo que insiste em rotular.

Jornalista Siona Júnior

Click no link: https://www.youtube.com/@elisiomagalhaes

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O Presidente da República, João Lourenço, inaugurou, ontem, na cidade de Moçâmedes, o Cine Estúdio do Namibe, que se encontrava na condição de inacabado há cerca de 50 anos.

 

O Chefe de Estado, que regressou ontem a Luanda, disse que o espaço cultural vai ser uma mais-valia para as populações da província do Namibe.

 

“É uma obra que começou no tempo colonial, em 1975, e ficou paralisada até aos dias de hoje”, fez saber o Presidente João Lourenço, que se fez acompanhar nesta visita de trabalho à província do Namibe pela Primeira-Dama da República, Ana Dias Lourenço.

O Chefe de Estado agradeceu à empresa japonesa Toyota Tsusho Corporation, que concluiu a construção do Cine Estúdio do Namibe, no âmbito da sua responsabilidade social.

 

Rebaptizado com o nome “Cine Estúdio Centro Cultural Mussungo Bitoto”, o espaço está, agora, apto para receber os fazedores de artes que decidirem escolher o local para apresentação dos seus trabalhos.

 

O governador do Namibe referiu que a inauguração do Cine, a poucos dias de o país completar 50 anos de Independência, simboliza a reabertura do que chamou de portas de um sonho que resistiu ao tempo, à guerra, ao silêncio e que volta, agora, a erguer-se renovado como símbolo de memória de identidade e do compromisso com o futuro das jovens gerações.

“As suas paredes vazias tornaram-se para várias gerações de namibenses símbolo daquilo que poderia ter sido e daquilo que um dia voltaria a ser, para o orgulho de cada um dos filhos desta terra. Meio século depois, esse dia chegou e chegou porque o Projecto Integrado de Desenvolvimento da Baía de Moçâmedes não se limitou a erguer importantes terminais portuários e infra-estruturas logísticas. Foi mais longe, integrando a dimensão cultural como parte do conceito de desenvolvimento local com uma dimensão humana relevante”, destacou Archer Mangueira.

 

Administração da Toyota

 

Por seu turno, o presidente do Conselho de Administração da Toyota Tsusho Corporation, Ichiro Kashitani, ressaltou que, apesar de o edifício estar em silêncio por muitos anos, não deixou de representar um símbolo da valorização da cultura de várias comunidades que compõem a província do Namibe.

 

“Vimos e reconhecemos que o Cine Estúdio é um centro de criatividade, intercâmbio artístico e transmissão de cultura para as próximas gerações, razão pela qual decidimos investir no âmbito da nossa responsabilidade social”, afirmou.

 

O director provincial da Cultura e Turismo, Aurélio Ngulawa, avançou que o Gabinete que lidera vai levar a cabo, nos próximos tempos, um encontro de trabalho com a classe artística da província, no sentido de unificar ideias que concorram para o bom funcionamento da infra-estrutura.

 

José Albertino “Cangato”, músico da praça local, disse não ver a hora de pisar o palco do Cine Estúdio, que disse ter sido um dos locais onde brincou, enquanto se encontrava abandonado.

“Foi uma óptima escolha priorizar a reabilitação do Cine Estúdio, que há muito fazia falta aos fazedores de arte da província. A reabilitação deste património, antes adormecido, representa a aceitação das artes por parte de quem governa. Estou muito grato por este grandioso feito”, declarou o músico.

 

A conclusão das obras do Cine respeitou a sua estrutura arquitectónica original, que se parece a uma nave.

 

O novo novo espaço cultural, tal como esclareceu o governador Archer Mangueira, é uma homenagem à cultura Himba, Herero, Mucubal e outras, que caracterizam o mosaico cultural do Namibe.

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O Icolo e Bengo, terra de raízes históricas profundas e de tradições que moldam a identidade nacional, volta a afirmar-se como palco de iniciativas que unem conhecimento, inovação e empreendedorismo. O recém-criado Consórcio de Jornalistas e Empreendedores da província  surge com uma missão clara: colocar a cultura no centro das estratégias de desenvolvimento social e económico.

 

Mais do que expressão artística, a cultura é entendida pelos membros do consórcio como um património vivo, capaz de gerar oportunidades de negócio, criar emprego e fortalecer o sentido de comunidade.

A promoção de eventos culturais, o apoio a criadores locais e a valorização da memória coletiva são vistos como passos fundamentais para aproximar gerações e inspirar novas formas de empreender.

Segundo os responsáveis, a aposta na cultura permitirá não apenas divulgar talentos locais, mas também atrair investimentos e dinamizar o turismo na região. “Não podemos falar de desenvolvimento sustentável sem colocar a cultura no centro. É ela que dá identidade, coesão social e cria uma base sólida para qualquer iniciativa empreendedora”, afirmou um dos representantes do consórcio.

 

Neste contexto, o papel dos jornalistas assume particular relevância. Como guardiões da informação e narradores da realidade local, serão eles os responsáveis por dar voz aos projetos, divulgar as conquistas e denunciar os desafios que afetam a comunidade. O consórcio acredita que esta aliança entre comunicação e empreendedorismo será essencial para transformar ideias em resultados concretos.

 

O Icolo e Bengo, conhecido por sua importância histórica e cultural, tem agora a oportunidade de se projetar como um polo de inovação, onde tradição e modernidade caminham lado a lado. A cultura deixa de ser apenas um símbolo, para se afirmar como motor de crescimento económico e social, num modelo que poderá servir de inspiração para outras regiões do país.

Siona Júnior

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A organização do Prémio Literário 50 poemas para Dr Agostinho Neto confirmou esta semana a inscrição de 50 concorrentes, oriundos dos municípios da província do Icolo e Bengo, que irão disputar os três lugares de destaque na edição deste ano 2025. O anúncio reforça a importância do galardão, criado para valorizar a literatura nacional e incentivar o talento criativo dos escritores angolanos.

 

Segundo o comité organizador, os candidatos apresentam obras nas mais diversas categorias, que vão desde a poesia à prosa, refletindo a riqueza cultural e linguística de Angola. A seleção será feita por um júri composto por académicos, críticos literários e personalidades ligadas à cultura, que terão a responsabilidade de escolher os vencedores de acordo com critérios de originalidade, qualidade literária e relevância temática.

 

O Prémio 50 poemas para Dr Agostinho Neto, instituído em homenagem ao primeiro Presidente de Angola, procura também preservar e promover o legado cultural e histórico do país, incentivando novas gerações de escritores a darem continuidade à produção literária nacional.

 

A cerimónia de entrega dos prémios está prevista para os próximos meses e promete ser um dos momentos mais aguardados no calendário cultural angolano.

És a lista dos concorrentes

LISTA DOS CONCORRENTES QUE VÃO DISPUTAR OS TRÊS PRIMEIROS LUGARES:

  1. Andrade Jamba Cassuqui Epalanga/50 Poemas de Neto nas Minhas Nas

Minhas Veias

  1. Airolines Teixeira Manuel/Voz de um Povo
  2. Bento Manuel Paca/Da Sagrada Esperança ao Amanhecer
  3. Catarina Teixeira Tavares/Neto, Filho de Catete
  4. Costa Vicente/Tudo Sobre Neto
  5. Eliene de Fátima Correia dos Santos/50 Poemas para Neto
  6. Garcia Capiólogo/Ainda te Ouço
  7. Guimarães Nduva/Tu, És Agostinho Neto
  8. Leandra da Silva Agostinho/Guerreiro Neto
  9. Leonardo António Tchipuapua Calembe/Caminhos de um Herói
  10. Victória Mendes/Neto Presente
  11. Nzuzi Luísa Tavares/Saudades do Primeiro

…………………………………………………………………………………………….

 

LISTA DOS CONCORRENTES QUE VÃO CONSTAR DA COLECTÂNEA “50 POEMAS PARA NETO”

 

  1. António Miguel Agostinho/Sentei Para Escrever
  2. Abraão Nassapalo Faria/Sou a Parte da Liberdade
  3. Alfredo Tchipuapua Januário
  4. Alúzio Domingos Capaxo Freitas/Manguxi
  5. Cipriano António Mucumbe /Neto Ainda Vive
  6. Domingos Massone/Não é Gesto, Mas o Passo é Nosso.
  7. Eduarivânia Gonçalves/Memória Viva
  8. Edvaldo Difuidi Nguindo/Lembrar o Grande Poeta
  9. Emanuel Domingos Cordeiro Alves/Agostinho Neto Poeta e Líder
  10. Ezequiel Ventura
  11. Fabiana Rafael/Trofeu de Luta e Liberdade.
  12. Filipe Chilola/Meio Século de Voz
  13. Figueiredo Minguel Gombo/Saudações
  14. Gabriel Jose Kapingala/Poesia
  15. José Emílio Capitango /Que Haja Neto
  16. Juliana Samuel Tomás/Poeta do Povo
  17. João Agostinho/Trajectória de um Gigante
  18. João do Rosário João Kissanga/Agostinho Neto Voz da Pátria
  19. Jordão Paulo José Afonso/
  20. Luís da Cruz/Hoje eu Sou Livre
  21. Mateus Fernando Abel/Angola do Neto é Também Minha Angola
  22. Mauro Isidro/Este Lugar
  23. Marcelo Magalhães e Victor Hossi/Agostinho Neto
  24. Nicolau Moises Tussamba/A Esperança em Quem se Espera
  25. Paulino André Manuel/Saudades do Tempo do Agostinho Neto
  26. Paulo Bunga Domingo/
  27. Paixao Gonçalves Cahanda
  28. Pedro Matoso dos Santos/Cascos de um Passado
  29. Sandra Francisco do Nascimento Neto/Juro
  30. Tamagino António Cadate/Canção da Independência
  31. Ylson Adao Menezes/O Poeta Presidente
  32. Jóse Cambuete Tchitalene
  33. Zeca Mbuety/Eu Disse Sim a Sua Excelência
  34. Veloso Cacunga Buta /O Cantar das Balas

 

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