Segunda-feira, Junho 29, 2026

JORNALISTAS CONVIDADOS A REFORÇAR DIVULGAÇÃO DO PROCESSO DE CANDIDATURA DO SEMBA

O musico sublinhou a importância do envolvimento da imprensa na valorização e preservação das manifestações culturais

Por: apostolado
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LUENA ACOLHE V FESTIVAL NGEYA PARA VALORIZAR A MÚSICA, A DANÇA E A IDENTIDADE CULTURAL DO LESTE DE ANGOLA

O Festival Ngeya é o principal evento de música e dança regional dedicado a exaltar a identidade cultural, os hábitos e os costumes dos povos do Leste de Angola (Moxico, Lunda Sul e Lunda Norte). O projeto é patrocinado pela Sociedade Mineira de Catoca .

Por: apostolado
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LUSOFONIAS ESPECIAL: PADRE TONY NEVES ESCREVE DE ROMA EM HOMENAGEM A DOM ZACARIAS KAMWENHO

Nasceu em 1934 no Chimbundo, uma aldeia da Missão do Bailundo, no interior de Nova Lisboa (Huambo).

Por: apostolado
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A CRÓNICA DO PADRE TONY NEVES: LUSOFONIAS — SEMANA LAUDATO SI

Recebi esta semana uma mensagem muito significativa vinda do Quénia, na fronteira com a Somália.

Por: apostolado
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LUTO NA CULTURA NACIONAL: MORREU O SAXOFONISTA NANUTU, AOS 68 ANOS

A sua trajectória artística começou em grupos musicais de Luanda, em 1974, tendo a estreia oficial acontecido no Agrupamento Aliança FAPLA-Povo.

Por: apostolado
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ENSA ARTE 2026: CELEBRAÇÃO DO TALENTO ARTÍSTICO NACIONAL EM LUANDA

As obras concorrentes ao Prémio ENSA-ARTE 2026 — nas categorias de Escultura, Pintura e Performance Artística — foram submetidas à apreciação do júri até ao dia 12 de janeiro de 2026

Por: apostolado
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AUTOR DA MÚSICA “A INDEPENDÊNCIA ESTÁ CHEGANDO” DESEJA CANTAR AO VIVO PARA O PAPA EM LUANDA

Para concretizar essa ambição, MIROL apelou à intervenção da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé.

Por: apostolado
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O musico Dom Caetano apelou aos profissionais da comunicação social, com destaque para os jornalistas para que intensifiquem a divulgação de conteúdos relacionados com o processo de candidatura do Semba a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

 

O musico sublinhou a importância do envolvimento da imprensa na valorização e preservação das manifestações culturais angolanas, destacando o Semba como um dos principais símbolos da identidade nacional. Segundo Dom Caetano, a divulgação consistente e responsável deste processo de candidatura é fundamental para garantir maior conhecimento público e mobilização em torno desta expressão artística.

 

O apelo foi dirigido, em particular, aos profissionais da Edições Novembro, mas estendido a todos os órgãos de comunicação social, incentivando uma cobertura mais ampla e contínua sobre as iniciativas que visam o reconhecimento internacional do Semba.

Fonte: JA

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A cidade do Luena acolhe, de 26 a 27 do corrente mês, a quinta edição do Festival de Música e Dança Tradicional Ngeya, um evento que reunirá cerca de 14 grupos culturais provenientes das províncias da Lunda Norte, Lunda Sul, Moxico e Moxico Leste.

 

A iniciativa tem como principal objetivo resgatar, preservar e promover a identidade cultural dos povos da região Leste de Angola, através da valorização das expressões tradicionais de música, dança e outras manifestações culturais que fazem parte do património daquelas comunidades.

 

Jornalista Nelson Catete

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Dom Zacarias Kamwenho, Arcebispo Emérito do Lubango, partiu para a Casa do Pai esta sexta feira, dia em que os cristãos celebram a Paixão e Morte de Cristo. Foi uma das figuras mais marcantes da história da Igreja de Angola, sendo o único Bispo que viveu todo o tempo de Angola independente, pois foi ordenado em 1974. A história da Igreja e do País não se pode escrever sem gravar o seu nome, as suas palavras proféticas, o seu compromisso pela justiça e pela paz.

 

Nasceu em 1934 no Chimbundo, uma aldeia da Missão do Bailundo, no interior de Nova Lisboa (Huambo). Tive a alegria de lá passar recentemente e ver que a escola tem o nome de Dom Zacarias. Levado pelos Missionários Espiritanos para o Seminário, seria Ordenado Padre por Dom Daniel Junqueira, Arcebispo de Nova Lisboa, a 9 de junho de 1961.

 

Foi desempenhando sempre cargos de responsabilidade. Seria nomeado Reitor do Seminário Maior de Cristo Rei, Nova Lisboa, cargo que ocupou até à surpreendente nomeação como Bispo Auxiliar de Luanda, em 1974, ainda em tempo colonial.

 

Roma criou a Diocese de Novo Redondo (hoje Sumbe) em 1975, sendo Dom Zacarias nomeado como seu primeiro Bispo. Ali esteve 20 anos, até rumar ao Lubango, onde foi o Arcebispo Coadjutor de Dom Manuel Franklin da Costa (1995-1997), sendo o titular de 1997 até 2009, quando se tornou Emérito, após ter atingido o limite de idade. Foi substituído por Dom Gabriel Mbilingi, Espiritano. Com um humor sempre finíssimo, disse-me um dia: ‘para provar que eu sou Espiritano de alma e coração, basta ver que todos os meus sucessores foram Espiritanos: Dom Benedito Roberto no Sumbe e Dom Gabriel Mbilingi no Lubango!’. Após deixar o Lubango ainda foi nomeado, em 2010, Administrador Apostólico da Diocese do Namibe.

 

Foi eleito Presidente da CEAST onde exerceu dois mandatos em momentos históricos muito difíceis: de 1997 a 2003, tempo que inclui o fim da guerra civil, com o Memorando de Luena assinado em 2002. Neste período de cruel guerra civil, liderou a criação do Movimento Pro-Pace (1999) e, com outras Igrejas Cristãs, lançou e presidiu ao Comité Inter-Eclesial para a Paz (COIEPA), fundado em 2000.

 

Dom Zacarias Kamwenho durante o Congresso de Reconciliação em Angola

Dom Zacarias Kamwenho durante o Congresso de Reconciliação em Angola

Ganhou, em 2001, o Prémio Sakharov para a Liberdade de Pensamento, atribuído pelo Parlamento Europeu, pelos seus compromissos em favor da paz em Angola.

 

Fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas da Visitação.

 

A Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé prestou-lhe uma sentida homenagem por ocasião dos seus 50 anos de Ordenação Episcopal, em novembro de 2024. Multiplicou celebrações e encontros nas várias Dioceses por onde passou, seja como Padre (Huambo), ou como Bispo (Luanda, Sumbe, Lubango e Namibe).

 

Há recordações que não me abandonam. Quando, em 2016, fui a Luanda ao Jubileu dos 150 anos da chegada dos Espiritanos, Dom Zacarias não faltou a nenhum dos momentos do denso programa jubilar. A Eucaristia de Encerramento foi muito solene, com milhares de pessoas, no adro da Igreja do Espírito Santo, no S. Pedro do Prenda. Quando chegou o momento de ação de graças, todos os missionários Espiritanos foram convidados a juntar-se para uma homenagem. O povo cantava e dançava, os Espiritanos faziam o mesmo e, dentre os Bispos presentes, sai Dom Zacarias, junta-se à dança e diz muito alto: ‘eu também sou Espiritano! E lá dançou até que o Presidente da Celebração avançou para o ‘Oremos Final’!

 

Partiu um amigo. Escreveu-me – era ele então o Presidente da Conferência Episcopal – o Prefácio do meu livro, ‘Angola. A Igreja Católica pela Paz’, publicado em 2001, no ano anterior ao fim da guerra civil. Concluiu assim: ‘advogamos o diálogo inclusivo, em que depostas as armas e as intimidações e a compra/venda de interesses (vulgo ‘corrupção’) todos participem do Projecto-Nação e todos se comprometam na e pela sua implantação’. Conversamos vezes sem conta, partilhamos alegrias e angústias, era sempre uma festa o nosso frequente reencontro.

 

Encontrei-o em Roma na despedida do Papa Francisco e na eleição do Papa Leão. Vi-o, com o seu habitual sorriso, na recente visita do Papa a Angola. Partiu quase sem ter tempo de se despedir, mas deixa um enorme legado, uma mina de diamantes ainda por explorar…

 

Que descanse na Paz d’Aquele em quem sempre acreditou a quem tanto e tão bem servir durante toda a sua longa vida.

 

Obrigado, Dom Zacarias.

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O Papa Francisco publicou, em 2015, a encíclica social Laudato Si’, dedicada ao cuidado da Casa Comum. Trata-se, de forma amplamente reconhecida, de um documento profundamente inspirador, que apela à urgência de um novo olhar sobre o mundo criado e à responsabilidade pela integridade da criação. Esta encontra-se hoje ameaçada por múltiplos atentados contra a ecologia integral, que exige, simultaneamente, o cuidado dos pobres e a proteção da natureza.

 

Na audiência do passado domingo, o Papa Leão recordou: “De hoje até ao próximo domingo decorre a Semana Laudato Si’, dedicada ao cuidado da criação e inspirada na encíclica do Papa Francisco. Neste ano jubilar de São Francisco de Assis, recordamos a sua mensagem de paz com Deus, com os irmãos e com todas as criaturas. Infelizmente, nos últimos anos, devido às guerras, os progressos neste campo abrandaram significativamente. Por isso, encorajo os membros do Movimento Laudato Si’ e todos os que trabalham por uma ecologia integral a renovarem o seu empenho. Cuidar da paz é cuidar da vida!”

 

Recebi esta semana uma mensagem muito significativa vinda do Quénia, na fronteira com a Somália. Trata-se de uma região marcada pelo deserto ou quase deserto, onde as culturas agrícolas dificilmente vingam e as árvores de fruto não sobrevivem. Ainda assim, persiste o esforço de contrariar esta realidade agreste, apostando em soluções simples, como a plantação de arbustos capazes de trazer algum verde à paisagem, atrair gradualmente as chuvas e melhorar as condições de vida de populações muito pobres.

Há cerca de um ano, o padre angolano José Martins Mandele chegou à missão de Wenje, nestes confins do Quénia. Com ousadia e sentido prático, decidiu plantar 200 árvores no terreno que envolve a residência paroquial onde vive. Explica que o projeto “Wenje Verde” é uma iniciativa ambiental e ecológica essencial para combater as alterações climáticas, restaurar paisagens degradadas e melhorar os meios de subsistência da comunidade paroquial.

 

Wenje situa-se no condado de Tana River, na fronteira com a Somália. É uma região de clima quente e seco, o que torna esta iniciativa particularmente importante para criar sombra, promover a conservação ambiental e reforçar o bem-estar da comunidade. Entre os principais objetivos da plantação destas árvores estão o combate às alterações climáticas e à seca, fenómenos frequentes naquela zona, onde as chuvas são escassas e irregulares.

 

Foram já plantadas 205 árvores no quintal paroquial, que servirá também para celebrações e encontros comunitários. Este projeto pretende ainda reabilitar ecossistemas degradados e proteger o solo contra riscos ambientais como a erosão, a sedimentação e os problemas na gestão da água. Se estas árvores conseguirem sobreviver — o que representa um grande desafio —, poderão inspirar os habitantes locais a reproduzir a iniciativa nos seus próprios quintais.

 

Como sublinha o padre Mandele, “não basta alimentar o espírito com a Palavra de Deus, cuidar do corpo com a medicina e educar a mente com a educação; é igualmente necessário ensinar os fiéis a cuidar da Mãe Natureza através do projeto Wenje Verde”.

 

O missionário espiritano descreve ainda a realidade cultural da região: Wenje é um espaço de grande diversidade, habitado por comunidades Pokomo, Orma, Wardey e também por somalis vindos da vizinha Somália. Esta diversidade, associada à pobreza estrutural, contribui para conflitos frequentes e situações de insegurança, muitas vezes motivadas pela disputa de recursos essenciais como pastagens e água, agravadas pela seca persistente.

 

O projeto aponta também para desafios futuros, nomeadamente a manutenção das plantas através da irrigação. Ainda assim, esta ação transforma o espaço paroquial num lugar de “sombra, ar puro e um amanhã melhor”, promovendo simultaneamente o cuidado com a criação.

 

Nesta Semana Laudato Si’, este testemunho interpela-nos profundamente. Em muitos lugares do mundo, multiplicam-se sinais de urgência que pedem atenção, responsabilidade e ação concreta, para que seja possível proteger os pobres e tornar habitável a nossa Casa Comum.

 

Tony Neves, em Roma

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Morreu hoje o saxofonista António Manuel Fernandes “Nanutu”, aos 68 anos, segundo fontes familiares. O desaparecimento físico do músico representa uma grande perda para a cultura angolana, sobretudo para a música instrumental, área em que se destacou como uma das maiores referências nacionais.

 

Reconhecido pelo talento, versatilidade e forte ligação às raízes musicais angolanas, Nanutu construiu uma carreira de várias décadas marcada pela valorização da música instrumental e pela divulgação da cultura nacional em palcos internacionais. Considerado um dos instrumentistas mais internacionais de Angola, celebrou em 2025 os seus 50 anos de carreira artística.

 

Nascido a 23 de Novembro de 1957, no Sambizanga, em Luanda, António Manuel Fernandes adoptou o nome artístico de Nanutu. Antes, era tratado por “Nandinho”, alcunha atribuída pelo saudoso músico David Zé. Foi na Casa dos Rapazes de Luanda que começou a aprender música, iniciando-se na bateria, instrumento que tocou até aos nove anos, altura em que passou para o clarinete.

 

A sua trajectória artística começou em grupos musicais de Luanda, em 1974, tendo a estreia oficial acontecido no Agrupamento Aliança FAPLA-Povo. Ao longo da carreira, integrou igualmente conjuntos de referência como Os Merengues e Semba Tropical, antes de se afirmar definitivamente como saxofonista.

 

Em 1991, emigrou para Portugal, onde prosseguiu a carreira e aprofundou a formação musical. Frequentou o Hot Club de Lisboa, o Conservatório Musical da República Dominicana, em Santo Domingo, e o Conservatório Nacional de Havana, em Cuba. Durante este período, trabalhou com vários artistas nacionais e internacionais, tornando-se uma figura respeitada no universo da música lusófona.

 

Entre os trabalhos discográficos mais conhecidos de Nanutu constam os álbuns “Marés” (1996), “Kizofado” (2000), “Luandei” (2005), “Bisa” (2009) e “Ximbika” (2012), além de “Gato Vijú”, obras que ajudaram a consolidar o seu nome no panorama musical angolano e internacional.

 

Internacionalmente, acompanhou artistas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) residentes em Portugal e nomes consagrados da música mundial, como Pablo Milanés, Luís Represas, Martinho da Vila, Simone, Daniela Mercury e Lecy Brandão.

 

A morte de Nanutu deixa um vazio profundo na música angolana, sobretudo entre os apreciadores do jazz, semba e música instrumental, géneros que o artista soube fundir com identidade própria e grande sensibilidade artística.

 

Em actualização…

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A ENSA Seguros de Angola, S.A. (Sociedade Aberta) informa que a cerimónia de outorga do Prémio ENSA Arte 2026 terá lugar no próximo dia 29 de abril de 2026, às 15h30, no Hotel Intercontinental, em Luanda.

O evento representa um momento de elevado prestígio, dedicado à celebração e valorização do talento artístico nacional, reunindo finalistas, convidados institucionais, parceiros e distintas personalidades dos sectores cultural e empresarial.

De âmbito nacional e com periodicidade bienal, o Prémio ENSA-ARTE destina-se a artistas e criadores de obras nas áreas de Escultura e Pintura. À semelhança das edições anteriores, a XVIII edição introduz, além destas categorias, a Performance Artística como nova modalidade.

A Performance Artística destaca-se por integrar diversas expressões, como teatro, música, dança e artes plásticas, constituindo uma forma contemporânea de criação e comunicação. Com esta inclusão, pretende-se reconhecer artistas, individuais ou colectivos, que se exprimem e transmitem mensagens através da sublimação artística.

As obras concorrentes ao Prémio ENSA-ARTE 2026 — nas categorias de Escultura, Pintura e Performance Artística — foram submetidas à apreciação do júri até ao dia 12 de janeiro de 2026, conforme o regulamento disponibilizado nas redes sociais, no website e nas agências da ENSA Seguros.

Os vencedores do primeiro lugar, em cada modalidade, receberão um prémio no valor de cerca de 6 milhões de kwanzas, enquanto os segundos classificados serão distinguidos com 3 milhões de kwanzas. Ambos terão ainda a oportunidade de participar numa viagem de intercâmbio artístico-cultural em França.

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O cantor angolano Gonzaga Guimarães Júnior, mais conhecido no meio artístico por MIROL, manifestou hoje o desejo de participar do encontro entre o Papa Leão XIV e os religiosos, a ter lugar na Igreja de Fátima, em Luanda. O artista pretende interpretar ao vivo algumas das suas canções para o Santo Padre, com destaque para a emblemática “A Independência está Chegando”.

 

Para concretizar essa ambição, MIROL apelou à intervenção da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, solicitando apoio institucional que possibilite a sua inclusão no programa do encontro religioso.

 

O músico, invisual e com 70 anos de idade, destacou que a presença do Papa em Angola representa um momento de grande significado espiritual e social para o país. Segundo afirmou, a visita papal poderá reforçar os valores de união e contribuir para a consolidação da paz entre os angolanos.

MIROL aproveitou ainda a ocasião para dirigir um apelo ao Presidente da República de Angola, solicitando maior atenção e reconhecimento aos artistas da sua geração, que, segundo ele, tiveram um papel relevante na promoção da cultura e da identidade nacional ao longo das últimas décadas.

 

O autor de “A Independência está Chegando” acredita que a música continua a ser uma poderosa ferramenta de mensagem e esperança, manifestando-se confiante de que poderá partilhar o seu talento num momento considerado histórico para Angola.

Fonte: Rádio Ecclesia Central

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