Segunda-feira, Fevereiro 23, 2026

ADRO 2026 RECEBE DOM FILOMENO E REFORÇA A LIGAÇÃO HISTÓRICA ENTRE IGREJA E ESCUTISMO

“Recebi aqui um banho humano. Um banho de muito afecto, de muita alegria, de muita fraternidade.”

Por: apostolado
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Arcebispo de Luanda permaneceu uma tarde inteira com os escuteiros, dialogou com jovens, plantou uma árvore e deixou orientações claras sobre o futuro pastoral do movimento

 

Uma semana após o encerramento do ADRO 2026, continua a ganhar densidade e significado a visita de Sua Excelência Reverendíssima Senhor Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, Arcebispo Metropolitano de Luanda, ao encontro nacional dos Caminheiros da Associação dos Escuteiros Católicos de Angola (AECA), realizado no Complexo Escolar das Irmãs de São José de Cluny.

 

A presença do Arcebispo, no penúltimo dia do evento foi, simbólica e protocolar, mas a cima de tudo, pastoral, próxima e pedagógica. Durante várias horas, acompanhado por Dom Belmiro Chissengueti, Dom Filomeno percorreu os espaços do encontro, conversou com jovens e dirigentes, deixou-se fotografar com os escuteiros, observou oficinas formativas, participou de momentos de partilha espiritual e ainda plantou uma acácia.

 

Num contexto de reorganização pastoral do Escutismo Católico em Angola, a visita assumiu um valor institucional significativo: confirmou, de forma pública e inequívoca, o compromisso da Igreja com o movimento.

 

“UM BANHO HUMANO”: A EXPERIÊNCIA DE UMA IGREJA VIVA

 

 

Questionado sobre o que vivenciou naquela tarde, o Arcebispo sintetizou a experiência numa expressão que permanece como marca do encontro:

 

“Recebi aqui um banho humano. Um banho de muito afecto, de muita alegria, de muita fraternidade.”

 

A frase não foi casual. Traduz a percepção de uma Igreja viva, jovem e em movimento. Para Dom Filomeno, o Escutismo é escola de fraternidade concreta — uma fraternidade que se constrói através de experiências partilhadas, da aprendizagem prática, da disciplina voluntária e do compromisso com valores.

 

Ao sublinhar que o Escutismo visa “deixar o mundo melhor do que o encontrou”, o Arcebispo reafirmou a dimensão ética e social do movimento: formar jovens com princípios, consciência solidária e sentido de responsabilidade.

Fonte: Alexandre Cose | Leão Manso

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