O general Nila encontra-se em liberdade, depois de ter deixado a situação de detenção, e volta a estar no centro das atenções na sequência de um diferendo com o activista Leonardo Marcos.
De acordo com informações tornadas públicas, o general pretende localizar o activista para que este apresente provas das acusações segundo as quais a sua esposa seria alegadamente membro dos Serviços de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE). O militar dos activistas considera as declarações graves e defende que as mesmas devem ser sustentadas com evidências.
O caso tem gerado reacções nas redes sociais e na opinião pública, reacendendo o debate sobre a responsabilidade na divulgação de acusações contra terceiros. Até ao momento, não são conhecidas provas públicas que confirmem as alegações, nem foi divulgada uma posição oficial do activista Leonardo Marcos sobre a exigência feita pelo general.
O activista Serrote José de Oliveira, conhecido como “General Nila”, esteve detido desde 28 de julho de 2025 até 23 de julho de 2026, data em que foi libertado da Cadeia de Calomboloca. Detalhes da Detenção: 28 de julho de 2025, após ser baleado pelas forças de segurança durante uma greve em Luanda.
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